Ethical Hacking, Análise de Vulnerabilidades e Testes de Invasão
Lato Sensu
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Sobre o curso
Empresas precisam descobrir falhas antes que criminosos as utilizem para roubar dados, interromper serviços ou comprometer dispositivos. A Pós-Graduação em Ethical Hacking, Análise de Vulnerabilidades e Testes de Invasão da UNIASSELVI prepara você para avaliar sistemas de forma autorizada, documentar riscos e apoiar correções. A formação combina metodologia, prática técnica e responsabilidade ética em ambientes de redes, aplicações, pessoas e hardware.
Durante o curso, você estudará criptografia, reconhecimento, varredura, exploração de falhas em redes e sistemas, web hacking, bug bounty, engenharia social, Red Teaming e segurança de dispositivos IoT. Você aprenderá a planejar testes, validar vulnerabilidades, preservar evidências e comunicar impacto e recomendações. Essas competências ajudam a fortalecer programas de segurança, validar controles e reduzir a exposição de organizações a ataques reais.
Matriz Curricular
- 1- Gestão da Inovação
- 2- Inteligência Artificial e Pensamento Crítico no Mundo do Trabalho
- 3- Sociedade 5.0, Mentalidade Ágil e Resolução de Problemas
- 4- Segurança de Dados: Criptografia em Rede de Computadores
- 5- Hacking de Dispositivos IoT e Hardware
- 6- Reconhecimento e Varredura de Vulnerabilidades
- 7- Engenharia Social e Red Teaming
- 8- Web Hacking e Bug Bounty
- 9- Exploração de Falhas em Redes e Sistemas (Network Hacking)
Mercado de Trabalho
Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, indústrias, órgãos públicos e provedores de segurança contratam profissionais para testes de invasão, Red Team, gestão de vulnerabilidades e segurança ofensiva. Há oportunidades como pentester, ethical hacker, analista de segurança, consultor e pesquisador de vulnerabilidades. A especialização favorece profissionais de redes, sistemas, desenvolvimento ou cibersegurança que desejam aprofundar a prática ofensiva. Laboratórios, certificações e relatórios técnicos de qualidade fortalecem a empregabilidade. Inglês técnico e experiência documentada também ampliam oportunidades em projetos internacionais.
Por que escolher a
UNIASSELVI?
Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.
Flexibilidade total para estudar onde e quando quiser, com trilhas de aprendizagem interativas e apoio de tutor exclusivo.
Equilíbrio entre autonomia e encontros com tutor para aprofundar conteúdos de forma progressiva.
Suporte próximo de tutores experientes para orientar sua jornada acadêmica e profissional.
Aprendizado conectado ao mercado, com materiais que ampliam sua atuação profissional.
Cada disciplina concluída gera um certificado parcial, permitindo aplicação imediata no mercado.
Interação e networking com avaliações digitais e fóruns para troca de experiências.
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Perguntas Frequentes
O que faz um profissional de Ethical Hacking e testes de invasão?
Esse profissional simula ataques autorizados para identificar vulnerabilidades em redes, sistemas, aplicações, pessoas e dispositivos. Ele planeja o escopo, executa testes, registra evidências e apresenta riscos e correções, ajudando a organização a fortalecer controles antes que falhas sejam exploradas maliciosamente.
Como está o mercado de trabalho para ethical hackers e pentesters?
O mercado cresce com ataques, exigências regulatórias e programas de segurança mais maduros. Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, indústrias e provedores especializados contratam profissionais para testes de invasão, Red Team, gestão de vulnerabilidades, bug bounty e validação de controles.
Quanto ganha um Ethical Hacker no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), Ethical Hackers recebem em média cerca de R$ 5 mil mensais, com faixa típica aproximada de R$ 2,2 mil a R$ 12,3 mil. Experiência, certificações e atuação em projetos complexos podem elevar significativamente a remuneração.
Em quais áreas pode atuar quem tem especialização em Ethical Hacking?
As principais frentes profissionais incluem:
- Testes de invasão em redes e sistemas
- Web hacking e segurança de aplicações
- Red Teaming e engenharia social
- Análise e gestão de vulnerabilidades
- Segurança de IoT e hardware
- Bug bounty, pesquisa e consultoria ofensiva
Ethical Hacking é legal no Brasil?
Sim, quando os testes são realizados com autorização formal, escopo definido e respeito às leis e contratos. Atacar sistemas sem permissão pode gerar responsabilidade civil e criminal. Profissionais éticos documentam limites, protegem dados acessados e comunicam vulnerabilidades de forma responsável.
Qual é a diferença entre pentest e varredura de vulnerabilidades?
A varredura utiliza ferramentas para identificar possíveis falhas em grande escala. O pentest valida vulnerabilidades, explora caminhos de ataque e demonstra impacto dentro de um escopo autorizado. Os dois processos se complementam, mas exigem níveis diferentes de análise e responsabilidade.
Bug bounty pode ser uma fonte de renda?
Sim. Programas de bug bounty remuneram pesquisadores que encontram e relatam vulnerabilidades conforme regras definidas. Os ganhos variam bastante e não são garantidos. Conhecimento técnico, persistência, ética e qualidade dos relatórios aumentam a chance de reconhecimento e recompensa.
É necessário dominar programação para trabalhar com segurança ofensiva?
Programação não é obrigatória em todas as atividades, mas aumenta a autonomia para criar scripts, compreender aplicações e adaptar ferramentas. Conhecimentos de redes, sistemas operacionais, web, bancos de dados e criptografia também são fundamentais para analisar falhas e explicar seus impactos.
Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, indústrias, órgãos públicos e provedores de segurança contratam profissionais para testes de invasão, Red Team, gestão de vulnerabilidades e segurança ofensiva. Há oportunidades como pentester, ethical hacker, analista de segurança, consultor e pesquisador de vulnerabilidades. A especialização favorece profissionais de redes, sistemas, desenvolvimento ou cibersegurança que desejam aprofundar a prática ofensiva. Laboratórios, certificações e relatórios técnicos de qualidade fortalecem a empregabilidade. Inglês técnico e experiência documentada também ampliam oportunidades em projetos internacionais.
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Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.