Pós-Graduação EAD Curso novo

Ethical Hacking, Análise de Vulnerabilidades e Testes de Invasão

Lato Sensu

Confira quanto custa mudar de vida com a instituição nota máxima no MEC

Domine as principais tecnologias para impulsionar a sua carreira

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Pós-Graduação • EAD Ethical Hacking, Análise de Vulnerabilidades e Testes de Invasão Lato Sensu • 6 meses

Sobre o curso

Empresas precisam descobrir falhas antes que criminosos as utilizem para roubar dados, interromper serviços ou comprometer dispositivos. A Pós-Graduação em Ethical Hacking, Análise de Vulnerabilidades e Testes de Invasão da UNIASSELVI prepara você para avaliar sistemas de forma autorizada, documentar riscos e apoiar correções. A formação combina metodologia, prática técnica e responsabilidade ética em ambientes de redes, aplicações, pessoas e hardware.

Durante o curso, você estudará criptografia, reconhecimento, varredura, exploração de falhas em redes e sistemas, web hacking, bug bounty, engenharia social, Red Teaming e segurança de dispositivos IoT. Você aprenderá a planejar testes, validar vulnerabilidades, preservar evidências e comunicar impacto e recomendações. Essas competências ajudam a fortalecer programas de segurança, validar controles e reduzir a exposição de organizações a ataques reais.

Duração do curso
6 meses
360 horas

Matriz Curricular

1º Semestre
  • 1- Gestão da Inovação
  • 2- Inteligência Artificial e Pensamento Crítico no Mundo do Trabalho
  • 3- Sociedade 5.0, Mentalidade Ágil e Resolução de Problemas
  • 4- Segurança de Dados: Criptografia em Rede de Computadores
  • 5- Hacking de Dispositivos IoT e Hardware
  • 6- Reconhecimento e Varredura de Vulnerabilidades
  • 7- Engenharia Social e Red Teaming
  • 8- Web Hacking e Bug Bounty
  • 9- Exploração de Falhas em Redes e Sistemas (Network Hacking)

Mercado de Trabalho

Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, indústrias, órgãos públicos e provedores de segurança contratam profissionais para testes de invasão, Red Team, gestão de vulnerabilidades e segurança ofensiva. Há oportunidades como pentester, ethical hacker, analista de segurança, consultor e pesquisador de vulnerabilidades. A especialização favorece profissionais de redes, sistemas, desenvolvimento ou cibersegurança que desejam aprofundar a prática ofensiva. Laboratórios, certificações e relatórios técnicos de qualidade fortalecem a empregabilidade. Inglês técnico e experiência documentada também ampliam oportunidades em projetos internacionais. 

Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.
Nota máxima no MEC

Por que escolher a UNIASSELVI?

Conformidade com MEC

Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.

Modalidade On-line

Flexibilidade total para estudar onde e quando quiser, com trilhas de aprendizagem interativas e apoio de tutor exclusivo.

Modalidade Semipresencial

Equilíbrio entre autonomia e encontros com tutor para aprofundar conteúdos de forma progressiva.

Acompanhamento personalizado

Suporte próximo de tutores experientes para orientar sua jornada acadêmica e profissional.

Conteúdos complementares

Aprendizado conectado ao mercado, com materiais que ampliam sua atuação profissional.

Micro-certificação

Cada disciplina concluída gera um certificado parcial, permitindo aplicação imediata no mercado.

Avaliação online e fórum

Interação e networking com avaliações digitais e fóruns para troca de experiências.

Navegação gratuita

Confira notas, acesse as trilhas de aprendizagem e estude com materiais didáticos digitais no Leo App.

Perguntas Frequentes

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O que faz um profissional de Ethical Hacking e testes de invasão?

Esse profissional simula ataques autorizados para identificar vulnerabilidades em redes, sistemas, aplicações, pessoas e dispositivos. Ele planeja o escopo, executa testes, registra evidências e apresenta riscos e correções, ajudando a organização a fortalecer controles antes que falhas sejam exploradas maliciosamente.

Como está o mercado de trabalho para ethical hackers e pentesters?

O mercado cresce com ataques, exigências regulatórias e programas de segurança mais maduros. Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, indústrias e provedores especializados contratam profissionais para testes de invasão, Red Team, gestão de vulnerabilidades, bug bounty e validação de controles.

Quanto ganha um Ethical Hacker no Brasil?

Segundo o Glassdoor Brasil (2026), Ethical Hackers recebem em média cerca de R$ 5 mil mensais, com faixa típica aproximada de R$ 2,2 mil a R$ 12,3 mil. Experiência, certificações e atuação em projetos complexos podem elevar significativamente a remuneração.

Em quais áreas pode atuar quem tem especialização em Ethical Hacking?

As principais frentes profissionais incluem:

  • Testes de invasão em redes e sistemas
  • Web hacking e segurança de aplicações
  • Red Teaming e engenharia social
  • Análise e gestão de vulnerabilidades
  • Segurança de IoT e hardware
  • Bug bounty, pesquisa e consultoria ofensiva

Ethical Hacking é legal no Brasil?

Sim, quando os testes são realizados com autorização formal, escopo definido e respeito às leis e contratos. Atacar sistemas sem permissão pode gerar responsabilidade civil e criminal. Profissionais éticos documentam limites, protegem dados acessados e comunicam vulnerabilidades de forma responsável.

Qual é a diferença entre pentest e varredura de vulnerabilidades?

A varredura utiliza ferramentas para identificar possíveis falhas em grande escala. O pentest valida vulnerabilidades, explora caminhos de ataque e demonstra impacto dentro de um escopo autorizado. Os dois processos se complementam, mas exigem níveis diferentes de análise e responsabilidade.

Bug bounty pode ser uma fonte de renda?

Sim. Programas de bug bounty remuneram pesquisadores que encontram e relatam vulnerabilidades conforme regras definidas. Os ganhos variam bastante e não são garantidos. Conhecimento técnico, persistência, ética e qualidade dos relatórios aumentam a chance de reconhecimento e recompensa.

É necessário dominar programação para trabalhar com segurança ofensiva?

Programação não é obrigatória em todas as atividades, mas aumenta a autonomia para criar scripts, compreender aplicações e adaptar ferramentas. Conhecimentos de redes, sistemas operacionais, web, bancos de dados e criptografia também são fundamentais para analisar falhas e explicar seus impactos.

Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, indústrias, órgãos públicos e provedores de segurança contratam profissionais para testes de invasão, Red Team, gestão de vulnerabilidades e segurança ofensiva. Há oportunidades como pentester, ethical hacker, analista de segurança, consultor e pesquisador de vulnerabilidades. A especialização favorece profissionais de redes, sistemas, desenvolvimento ou cibersegurança que desejam aprofundar a prática ofensiva. Laboratórios, certificações e relatórios técnicos de qualidade fortalecem a empregabilidade. Inglês técnico e experiência documentada também ampliam oportunidades em projetos internacionais. 


Inscreva-se agora e dê o primeiro passo em direção aos seus sonhos.

Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.

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