Captação, Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos
Lato Sensu
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Sobre o curso
A captação, doação e transplante de órgãos e tecidos é uma das áreas mais sensíveis e importantes da saúde hospitalar. Ela exige preparo técnico, segurança nos protocolos e muita habilidade humana para lidar com famílias em momentos delicados. A Pós-Graduação em Captação, Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos da UNIASSELVI foi desenvolvida para profissionais que desejam atuar em uma etapa decisiva para salvar vidas.
Ao longo do curso, você aprofundará conhecimentos sobre identificação do potencial doador, diagnóstico de morte encefálica, manutenção clínica do doador, acolhimento familiar, logística de captação e transporte de órgãos e tecidos. A formação também aborda legislação, bioética e atuação em equipes multiprofissionais, preparando profissionais para agir com responsabilidade, empatia e segurança em um dos processos mais complexos da assistência em saúde.
Matriz Curricular
- 1- Relações Interpessoais e Ética Profissional
- 2- Educação para Promoção da Saúde
- 3- Saúde E Bem-Estar Na Contemporaneidade
- 4- Aspectos Regulatórios e Científicos do Transplante de Tecidos
- 5- Comunicação em Situações Críticas e Acolhimento Familiar
- 6- Fluxos Assistenciais e Critérios no Processo de Morte Encefálica
- 7- Gestão do Processo de Doação E Captação
- 8- Imunologia e Histocompatibilidade em Transplantes
- 9- Legislação e Bioética em Doação e Transplante
Mercado de Trabalho
O Brasil possui uma das maiores redes públicas de transplantes do mundo, o que gera demanda contínua por profissionais qualificados em hospitais de alta complexidade, UTIs, centrais de transplantes e comissões intra-hospitalares de doação de órgãos e tecidos. A especialização abre oportunidades em instituições públicas e privadas, secretarias de saúde, equipes de captação, coordenação de transplantes, ensino e pesquisa. É uma área de alta responsabilidade, grande impacto social e forte valorização para quem já atua ou deseja atuar em ambientes críticos.
Por que escolher a
UNIASSELVI?
Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.
Flexibilidade total para estudar onde e quando quiser, com trilhas de aprendizagem interativas e apoio de tutor exclusivo.
Equilíbrio entre autonomia e encontros com tutor para aprofundar conteúdos de forma progressiva.
Suporte próximo de tutores experientes para orientar sua jornada acadêmica e profissional.
Aprendizado conectado ao mercado, com materiais que ampliam sua atuação profissional.
Cada disciplina concluída gera um certificado parcial, permitindo aplicação imediata no mercado.
Interação e networking com avaliações digitais e fóruns para troca de experiências.
Confira notas, acesse as trilhas de aprendizagem e estude com materiais didáticos digitais no Leo App.
Perguntas Frequentes
O que faz um especialista em captação e transplante de órgãos?
Identifica potenciais doadores em hospitais, conduz o processo de diagnóstico de morte encefálica, aborda a família com sensibilidade para autorização da doação e coordena a manutenção do doador e a logística de captação dos órgãos. É o elo essencial entre equipe médica, família e central de transplantes.
Como está o mercado de trabalho nessa área?
Com demanda consistente. O Brasil possui rede extensa de hospitais habilitados para transplante. A Portaria do Ministério da Saúde exige coordenadores treinados nas CIHDOTTs, gerando vagas permanentes. Profissionais especializados são priorizados em todas as seleções e concursos dessa área.
Quanto ganha um especialista em transplante de órgãos?
Segundo o Glassdoor (2025), enfermeiros especialistas em alta complexidade — categoria que inclui coordenadores de transplante — ganham entre R$ 4.500 e R$ 8.000 mensais. Hospitais universitários e grandes redes privadas costumam oferecer os melhores pacotes de remuneração.
Em quais áreas pode atuar quem tem essa especialização?
As principais frentes incluem:
• CIHDOTTs em hospitais habilitados para doação
• UTIs de hospitais de alta complexidade
• Centrais estaduais de transplantes
• Programas de educação em doação de órgãos
• Pesquisa, ensino e gestão em medicina de transplantes
O que é morte encefálica e qual o papel do especialista nesse processo?
Morte encefálica é a cessação completa e irreversível de todas as funções do encéfalo. O especialista identifica os critérios clínicos, apoia o diagnóstico conforme o protocolo do CFM e conduz o processo de doação de forma ética e legal — garantindo que a família receba o suporte necessário.
O Brasil tem muitas oportunidades na área de transplantes?
Sim. O Brasil é o segundo maior sistema público de transplantes do mundo. A demanda por órgãos supera muito a oferta, tornando crítica a atuação de profissionais qualificados em captação. Hospitais de referência e secretarias estaduais de saúde buscam ativamente especialistas com formação específica.
Como é a abordagem às famílias no processo de doação?
É um dos momentos mais sensíveis e técnicos do processo. O especialista usa protocolos de comunicação em crise, empatia e escuta ativa para informar sobre a morte encefálica e apresentar a possibilidade de doação. A qualidade dessa abordagem é determinante para a taxa de consentimento da família.
Preciso ser enfermeiro para fazer essa especialização?
Não exclusivamente. Médicos e outros profissionais da saúde também atuam em equipes de transplante. No entanto, enfermeiros são os mais presentes nas CIHDOTTs, dado seu papel central nos cuidados intensivos. A especialização é especialmente estratégica para quem já atua em UTI ou alta complexidade.
O Brasil possui uma das maiores redes públicas de transplantes do mundo, o que gera demanda contínua por profissionais qualificados em hospitais de alta complexidade, UTIs, centrais de transplantes e comissões intra-hospitalares de doação de órgãos e tecidos. A especialização abre oportunidades em instituições públicas e privadas, secretarias de saúde, equipes de captação, coordenação de transplantes, ensino e pesquisa. É uma área de alta responsabilidade, grande impacto social e forte valorização para quem já atua ou deseja atuar em ambientes críticos.
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Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.