Arquitetura de Sistemas Resilientes e Modernização de Legado
Lato Sensu
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Sobre o curso
Sistemas antigos ainda sustentam operações essenciais de bancos, indústrias, varejistas e grandes empresas, mas podem limitar inovação, segurança e velocidade de entrega. A Especialização em Arquitetura de Sistemas Resilientes e Modernização de Legado da UNIASSELVI prepara você para avaliar arquiteturas existentes e conduzir mudanças com menor risco para o negócio. A proposta combina visão sistêmica, qualidade e continuidade operacional em cenários de alta complexidade.
O curso trabalha Clean Architecture, DDD, microsserviços, integração distribuída, testes automatizados, requisitos não funcionais, engenharia de caos e estratégias de modernização de legacy code. Você aprenderá a identificar gargalos, definir atributos de qualidade, criar mecanismos de resiliência e planejar migrações graduais. Essas competências apoiam decisões técnicas mais seguras em ambientes que precisam evoluir sem interromper serviços críticos.
Matriz Curricular
- 1- Gestão da Inovação
- 2- Inteligência Artificial e Pensamento Crítico no Mundo do Trabalho
- 3- Sociedade 5.0, Mentalidade Ágil e Resolução de Problemas
- 4- Engenharia de Caos e Resiliência
- 5- Arquitetura de Microsserviços, Integração e Comunicação Distribuída
- 6- Clean Architecture e Domain-Driven Design (DDD)
- 7- Modernização de Legado (Legacy Code)
- 8- Qualidade de Software e Atributos de Qualidade (NFRs)
- 9- Test-Driven Development (TDD) e Testes Automatizados
Mercado de Trabalho
A modernização de sistemas legados é uma prioridade em organizações que precisam migrar para nuvem, integrar serviços e melhorar disponibilidade. Há oportunidades em bancos, seguradoras, indústrias, empresas de telecomunicações, consultorias e software houses. Profissionais com visão de arquitetura, resiliência e transformação de legado podem atuar como arquitetos, especialistas, líderes técnicos ou consultores, participando de projetos estratégicos de migração, redução de riscos e evolução de plataformas críticas. Conhecimentos em testes e engenharia de caos também diferenciam candidatos envolvidos com alta disponibilidade e continuidade operacional.
Por que escolher a
UNIASSELVI?
Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.
Flexibilidade total para estudar onde e quando quiser, com trilhas de aprendizagem interativas e apoio de tutor exclusivo.
Equilíbrio entre autonomia e encontros com tutor para aprofundar conteúdos de forma progressiva.
Suporte próximo de tutores experientes para orientar sua jornada acadêmica e profissional.
Aprendizado conectado ao mercado, com materiais que ampliam sua atuação profissional.
Cada disciplina concluída gera um certificado parcial, permitindo aplicação imediata no mercado.
Interação e networking com avaliações digitais e fóruns para troca de experiências.
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Perguntas Frequentes
O que faz um especialista em Arquitetura de Sistemas Resilientes?
Esse profissional analisa sistemas críticos, define padrões arquiteturais e cria estratégias para manter serviços disponíveis mesmo diante de falhas. Também planeja modernizações, organiza integrações, avalia requisitos não funcionais e orienta equipes na evolução de plataformas legadas com menor risco operacional.
Como está o mercado para arquitetos de software e modernização de legado?
O mercado é promissor porque muitas empresas dependem de sistemas antigos que precisam integrar nuvem, APIs e novos canais digitais. Bancos, indústrias, seguradoras e consultorias buscam especialistas capazes de modernizar plataformas sem interromper operações, reduzir riscos ou comprometer dados.
Quanto ganha um arquiteto de software no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), a média salarial de arquiteto de software é de aproximadamente R$ 13,8 mil mensais. A faixa mais provável fica perto de R$ 10,2 mil a R$ 16,9 mil, podendo ser maior em posições seniores ou estratégicas.
Em quais áreas pode atuar quem tem especialização em Arquitetura de Sistemas Resilientes?
As principais frentes profissionais abrangem projetos de transformação, qualidade e continuidade, como:
- Arquitetura de software e soluções
- Modernização e migração de sistemas legados
- Microsserviços e integração distribuída
- Engenharia de resiliência e caos
- Qualidade, desempenho e disponibilidade
- Consultoria e liderança técnica
Modernizar um legado significa reescrever todo o sistema?
Não. A reescrita completa costuma ter alto risco e custo. Estratégias graduais, como encapsulamento, extração de serviços, testes de caracterização e padrão Strangler, permitem evoluir partes do sistema, preservar regras importantes, medir resultados e reduzir impactos sobre a operação.
Engenharia de caos é aplicável a qualquer empresa?
Ela é mais útil em ambientes distribuídos e críticos, mas seus princípios podem ser adaptados a diferentes portes. O objetivo é testar hipóteses de falha de forma controlada, descobrir vulnerabilidades e melhorar respostas antes que um incidente real afete clientes ou operações.
Requisitos não funcionais influenciam decisões de arquitetura?
Sim. Desempenho, segurança, escalabilidade, disponibilidade e manutenibilidade determinam escolhas de tecnologia, integração e infraestrutura. Sem critérios claros, uma solução pode atender às funcionalidades e ainda falhar em produção. Por isso, arquitetos precisam transformar esses atributos em decisões verificáveis.
Essa formação pode ajudar desenvolvedores a se tornarem arquitetos?
Sim. Desenvolvedores experientes precisam ampliar a visão além do código para avançar à arquitetura. O curso trabalha qualidade, domínio, resiliência, modernização e decisões sistêmicas, competências importantes para conduzir análises, comunicar trade-offs e orientar equipes em soluções de maior complexidade.
A modernização de sistemas legados é uma prioridade em organizações que precisam migrar para nuvem, integrar serviços e melhorar disponibilidade. Há oportunidades em bancos, seguradoras, indústrias, empresas de telecomunicações, consultorias e software houses. Profissionais com visão de arquitetura, resiliência e transformação de legado podem atuar como arquitetos, especialistas, líderes técnicos ou consultores, participando de projetos estratégicos de migração, redução de riscos e evolução de plataformas críticas. Conhecimentos em testes e engenharia de caos também diferenciam candidatos envolvidos com alta disponibilidade e continuidade operacional.
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Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.